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	<title>ALMIG &#187; Artigos</title>
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	<description>Associação das Lan Houses de Minas Gerais</description>
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		<title>CONVITE EXTRAORDINÁRIO</title>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2009 19:31:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No dia 01 de Junho, Vint Cerf, vice-presidente da Google, considerado um dos &#8220;pais da internet&#8221; (inventor do Protocolo IP) vai fazer, em Belo Horizonte, uma palestra sobre &#8220;A internet do futuro&#8221;.
Como todos sabemos da importância da internet no desenvolvimento de nossos negócios, a ALMIG não pode deixar de participar e convida os membros da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 01 de Junho, Vint Cerf, vice-presidente da Google, considerado um dos &#8220;pais da internet&#8221; (inventor do Protocolo IP) vai fazer, em Belo Horizonte, uma palestra sobre &#8220;A internet do futuro&#8221;.</p>
<p>Como todos sabemos da importância da internet no desenvolvimento de nossos negócios, a ALMIG não pode deixar de participar e convida os membros da rede a prestigiarem esse evento, assim mostraremos a importância das Lan Houses no cenário de inclusão digital do país.</p>
<p>A palestra é gratuita, mas, as vagas são limitadas e é obrigatório fazer inscrição através do e-mail internetfuturo@tecnologia.mg.gov.br, com nome completo, instituição, telefone e e-mail. A ocupação no auditório será por ordem de chegada dos inscritos confirmados cujos nomes constem na lista de presença da organização do evento.</p>
<p>Não percam essa oportunidade! Donos de Lan house integrados e com visão de futuro, participam de grandes eventos com a ALMIG!</p>
<p>Data: 01/06/09</p>
<p>Horário: 10h30</p>
<p>Local: Teatro Granada no Minascentro.</p>
<p>Rua Guajajaras, 1022 – Centro Belo Horizonte MG</p>
<p>Quem é Vint Cerf?</p>
<p>Vint Cerf já atuou em empresas como IBM e MCI Digital Information Services. Com reconhecido trabalho acadêmico na área da Ciência da Computação, ministra aulas e conferências em prestigiadas universidades ao redor do mundo e já foi consultor de instituições como a NASA, o Governo da Bulgária e o grupo Eurasia. foi ainda Presidente da Internet Society de 1992 a 1995 e membro da Diretoria da Internet Corporation for Assigned Names and Numbers (ICANN), entidade responsável pela organização mundial dos endereços na Web, de 1999 a 2007, tendo sido Presidente da ICANN por um mandato.</p>
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		<title>Relatório de conexões</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Apr 2009 19:14:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Banda larga]]></category>
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		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos últimos dias, a ALMIG ficou responsável por fazer o levantamento de dados das conexões de internet nas cidades de Minas Gerais. Em breve, será apresentada uma proposta para levar a Internet banda larga a todas as cidades.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-family: Arial;">No estado de Minas Gerais, conta-se com 10 regiões distintas, distribuindo 853 municípios em todo seu território. Todas as cidades possuem alguma forma de conexão com internet, mas a conexão de internet em alta velocidade ainda não é possível a todos os municípios.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-family: Arial;">No Brasil, para uma conexão ser considerada banda larga, precisa ser a partir de 300 Kpbs, pois as velocidades menores utilizam tecnologia de telefone discada e não comportam velocidade alta de transmissão, podendo cair constantemente e mantendo a linha de telefone ocupada. Segundo dados estatísticos, cerca de 10% da população brasileira têm acesso a internet banda larga.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-family: Arial;">Na pesquisa realizada para se descobrir quais municípios de minas possuem internet banda larga constatou-se, em 214 contatados, onde <strong>207 municípios amostrados</strong> (24,27% do estado) <strong>que 182</strong> (21% do estado) dos municípios <strong>possuem internet banda larga.</strong> Os outros sete municípios restantes não responderam o questionário a tempo de entrar nessa relação.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><em><strong>CONTABILIZAÇÃO DAS CIDADES<br />
</strong></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-family: Arial;">Dentro de cada região, constatou-se o contato com um determinado número de municípios a informar quantitativamente: </span></p>
<ul>
<li><span style="font-family: Arial;">Alto Paranaíba – 16 municípios. </span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="font-family: Arial;">Central – 47 municípios. </span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="font-family: Arial;">Centro Oeste<span> </span> -29 municípios. </span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="font-family: Arial;">Jequitinhonha – 05 municípios. </span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="font-family: Arial;">Mata – 18 municípios. </span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="font-family: Arial;">Noroeste – 10 municípios. </span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="font-family: Arial;">Norte – 05 municípios. </span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="font-family: Arial;">Rio Doce – 10 municípios. </span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="font-family: Arial;">Sul de Minas – 38 municípios. </span></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="font-family: Arial;">Triângulo – 36 municípios.</span></li>
</ul>
<p><em><strong>VALORES:<br />
</strong></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-family: Arial;">O valor mínimo empregado é de R$ 44,90 na velocidade de 300 Kbps em diversas cidades.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-family: Arial;">O valor máximo empregado é de R$ 499,90 na velocidade de 20 Mb em Betim.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-family: Arial;">O valor médio adotado é de R$ 83,36 e a velocidade média da banda larga é de 0,85 Mb.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-family: Arial;">Valores promocionais ou negociações com clientes pontuais não prevalecem nessa pesquisa.</span></p>
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		<title>5º LanClub &#8211; Geração dos Digital Natives</title>
		<link>http://almig.com.br/2007/08/26/5-lanclub-gerao-dos-digital-natives/</link>
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		<pubDate>Sun, 26 Aug 2007 14:06:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[Bem-vindos à geração dos "digital natives"

Nativos digitais (digital natives). É desta forma que Kathleen Tyner, professora do Departamento de Rádio, Televisão e Filme da Universidade do Texas, EUA, classifica a atual geração de crianças e adolescentes americanos. Em entrevista à revista Paidéia TV, uma publicação do Observatório Europeu da TV Infantil, Tyner afirma que a garotada gasta boa parte do seu dia com aquilo que ela chama de “screen time” (tempo de tela)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bem-vindos à geração dos &#8220;digital natives&#8221;</p>
<p>Nativos digitais (digital natives). É desta forma que Kathleen Tyner, professora do Departamento de Rádio, Televisão e Filme da Universidade do Texas, EUA, classifica a atual geração de crianças e adolescentes americanos. Em entrevista à revista Paidéia TV, uma publicação do Observatório Europeu da TV Infantil, Tyner afirma que a garotada gasta boa parte do seu dia com aquilo que ela chama de “screen time” (tempo de tela), o que inclui as mensagens on-line; os jogos eletrônicos; a navegação na internet; o download de músicas e documentos pela web; o envio de e-mails; e, é claro, o ato de assistir à TV, como acontece em qualquer parte do mundo. Segundo ela, trata-se de uma geração que integra a mídia cada vez mais à sua vida.</p>
<p>Autora e editora de diversos livros sobre educação e os usos dos meios de comunicação, a professora que participou da 4ª Cúpula Mundial de Mídia para Crianças e Adolescentes, realizada em abril de 2004, no Rio de Janeiro, conta que embora a televisão ainda esteja presente neste cotidiano, o seu consumo vem caindo. Ela afirma que as emissoras de TV e os próprios anunciantes estão em crise por dois motivos: a faixa etária de 18 a 34 anos vem diminuindo e os jovens estão cada vez mais ligados aos conteúdos e atividades on-line. “Eles nem se quer vão muito ao cinema”, destaca.</p>
<p>Na sua avaliação, a escola deveria aproveitar a estreita relação entre os jovens e as tecnologias para promover a aprendizagem, como parte do currículo escolar. “O problema surge quando as crianças e os jovens são chamados para participar dos projetos escolares e são, neste momento, instruídos a deixarem todas as suas ferramentas digitais do lado de fora. Parece ridículo pedir aos estudantes que abandonem seus conhecimentos e excelentes atitudes digitais na porta da escola”.</p>
<p>Para Tyner, as novas tecnologias – que fazem parte do universo das crianças – são simplesmente ferramentas de alfabetização que se somam as que já são utilizadas. “São novas tecnologias do intelecto que permitem que nossa comunicação aconteça de forma mais rápida, visual e interativa”.</p>
<p>Defendendo o uso da mídia na sala de aula e uma especialização nesta área nos cursos de formação de professores, Kathleen está certa de que daqui a alguns anos o cenário do uso da mídia na sala de aula será outro. “À medida que esta geração de nativos digitais se transforme na próxima geração de professores, eu penso que um maior uso da mídia na sala de aula será inevitável”, destaca.</p>
<p>Acompanhe a entrevista:</p>
<p><strong>Paidéia TV &#8211; Qual é o cenário da mídia e sua relação com as crianças e os jovens nos Estados Unidos?<br />
</strong><strong>Kathleen Tyner</strong> &#8211; As crianças americanas são crianças ocupadas. Faz parte da cultura delas praticar esportes, trabalhar, freqüentar atividades extra-escolares e ajudar nas tarefas familiares – tudo ao mesmo tempo. Além disso, elas gastam parte do seu dia com o que chamo de ‘tempo de tela’, como acontece em todo o mundo. Este tempo de tela inclui enviar mensagens; brincar de videogame; navegar na internet, enviar e-mails, baixar músicas da web e assistir à TV. De fato, esta geração de crianças é uma geração de ‘digital natives’ que integram cada vez mais a mídia em suas vidas. O problema surge quando elas são solicitadas a participarem de programas educativos. Neste momento, elas são instruídas a deixarem as suas ferramentas digitais na porta das escolas. Em vez disso, seria melhor que os educadores pudessem destacar o que as crianças aprendem dos meios de digitais, aproveitando o seu potencial para a aprendizagem, como parte do currículo escolar. À medida que esta geração de nativos digitais se transforme na próxima geração de professores, eu penso que um maior uso da mídia na sala de aula será inevitável.</p>
<p><strong>Paidéia TV &#8211; Diversas entidades e instituições têm criticado a existência de programas ‘trash’ durante o horário infantil. O que deveria ser exibido nas televisões públicas e privadas durante o horário infantil?</strong><br />
<strong>Kathleen Tyner</strong> – A Constituição dos Estados unidos defende a liberdade de expressão. Portanto, é muito difícil regular esta liberdade de expressão. Além disso, o que para uma pessoa é trash, para outra não é. Algumas pessoas que criticam a televisão têm um pânico moral sobre o conteúdo da televisão, decididamente exagerado acerca do dano que dizem causar às crianças. Afinal, as crianças e os adolescentes já não vêem tanto a televisão. Nem sequer vão muito ao cinema. Os anunciantes e as emissoras de TV estão em crise porque a faixa etária de 18 a 34 anos está diminuindo. Em vez disso, os jovens estão escolhendo seus próprios conteúdos on-line, criando blogs e jogando games. Portanto, a melhor forma de se aproximar deles é cultivar o bom senso sobre a mídia, ensinar media literacy (alfabetização midiática) e incentivá-los a criarem suas próprias mensagens. O pior que se pode fazer é regular o acesso à TV e à internet para que as crianças estejam seguras; resultando num conteúdo tão ‘limpo’ que esteja desprovido de prazer e estímulo para adultos e para qualquer outra pessoa.</p>
<p><strong>Paidéia TV &#8211; Quais são as vantagens das novas tecnologias, como o celular, os jogos eletrônicos e a internet?<br />
Kathlenn Tyner</strong> &#8211; Essas tecnologias são simplesmente ferramentas de alfabetização que se somam as que já utilizamos para comunicarmos no passado. São novas tecnologias do intelecto que nos permitem comunicar mais rápido e de forma mais visual e interativa. Elas têm o potencial de uma comunicação mais interativa, aproximando a qualidade da comunicação oral. A questão é se são utilizadas para propósitos bons ou maus. Se nos basearmos na história, serão utilizadas para ambos os fins.</p>
<p><strong>Paidéia TV &#8211; A senhora já públicos livros e dezenas de artigos. O que deseja transmitir por meio deles?<br />
Kathleen Tyner</strong> &#8211; Se estudarmos a história da alfabetização, veremos que a sociedade vai ‘de volta ao futuro’ em termos de alfabetização. Em outras palavras, no passado tínhamos muito mais informação visual – vitrais coloridos, pictogramas e informação visual de diversos tipos – integrada ao texto alfabético. De fato, depois da Bíblia de Gutemberg, desde os meados do século XV até os dias de hoje, vivemos uma outra história, na qual se favorece o texto em vez das imagens. Mas na era digital, textos, imagens e sons se mesclam, utilizando todos os sentidos para comunicar e criar um significado. Em meus livros, exploro muitos tipos de alfabetização contemporânea, que chamo de multialfabetização. Isso inclui a alfabetização visual, a tecnológica, a dos meios de comunicação e as outras alfabetizações do século XX1. Estas nomenclaturas são provisórias porque a natureza das ferramentas eletrônicas e digitais está em constante evolução. Sem dúvida, o objetivo dos meus livros é fomentar um tipo de educação que proporcione a todos os estudantes a oportunidade de analisar num sentido crítico e estratégico o uso de todas as alfabetizações que estiverem em seu alcance para ampliar suas possibilidades na vida. Quero que as pessoas analisem de forma crítica e produzam a comunicação em diferentes formas. Já que a alfabetização e a escolaridade estão intimamente relacionadas, penso que é importante levar as alfabetizações do século XXI até a escolaridade contemporânea. Parece ridículo pedir aos estudantes que abandonem seus conhecimentos e excelentes atitudes digitais na porta da escola.</p>
<p><strong>Paidéia TV &#8211; A senhora conhece escolas em sua cidade que trabalhem com a alfabetização midiática?<br />
Kathleen Tyner</strong> &#8211; Há tantas escolas nos Estados Unidos que incorporam a análise e a produção midiática em seus planos de estudo que não poderia nomear todas. Além disso, existem muitos programas de alfabetização midiática para jovens que são desenvolvidos fora do âmbito escolar, em centros comunitários, por exemplo. Em Austin, Texas, onde vivo agora, me orgulha bastante ver que a Universidade do Texas oferece um programa de alfabetização voltado para os futuros professores. Os professores de Ciências desta universidade que pretendem obter um certificado de ensino devem cursar a disciplina de alfabetização midiática no Departamento de Rádio, Televisão e Filme da instituição.</p>
<p><strong>Paidéia TV &#8211; O que a senhora deseja para 2006?<br />
Kathleen Tyner</strong> &#8211; Espero que cada pessoa tenha a oportunidade de aprender, utilizar e analisar profundamente os meios de comunicação para que possam interagir melhor dentro de sua comunidade. Quero ver as aptidões midiáticas do século XXI integradas, diariamente, em cada programa de formação pedagógica, assim como em todas as aulas dos Estados Unidos.</p>
<p>Texto &#8211; Revista Paidéia TV<br />
Fotos &#8211; Distribuição</p>
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		<title>5º LanClub: Benefícios trazidos pelas Lans</title>
		<link>http://almig.com.br/2007/08/25/5%c2%ba-lanclub-beneficios-trazidos-pelas-lans/</link>
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		<pubDate>Sat, 25 Aug 2007 21:34:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[Ótimo artigo sobre a suposta ligação entre jogos eletrônicos e violência]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ótimo artigo sobre a suposta ligação entre jogos eletrônicos e violência:</p>
<blockquote><p>O jogo, certamente, tem papel primordial na formação cultural de uma sociedade, pois é inerente ao psiquismo humano. A música, as danças, as competições esportivas, a própria cultura &#8211; a vida, enfim &#8211; são jogos. As guerras e convenções eram baseadas em modelos lúdicos. O saber e a filosofia derivam de competições religiosas. O teatro &#8211; uma representação da realidade &#8211; é uma espécie de jogo com fins específicos: emocionar o público.</p>
<p>Os jogos são como uma válvula de escape para as emoções. As crianças precisam entender como funciona o mundo complexo e buscar a própria identidade, que é um processo natural de desenvolvimento humano. Utilizando-se de uma segunda realidade, uma dimensão fantasiada, elas são capazes de projetar o alívio de todas as pressões e encontrar formas para resolver os problemas. Nos games, as crianças morrem e ressuscitam, é possível salvar tudo e todos. É possível recomeçar. Entre acertos e derrotas, a criança aprende a lidar com seus sentimentos.</p></blockquote>
<p>Confira o artigo inteiro, escrito por Darlene Santiago, no <a title="Campus Online" href="http://jornalcampus.yawl.com.br/noticia.php?id=3424">Campus Online</a>.</p>
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