Ótimo artigo sobre a suposta ligação entre jogos eletrônicos e violência:

O jogo, certamente, tem papel primordial na formação cultural de uma sociedade, pois é inerente ao psiquismo humano. A música, as danças, as competições esportivas, a própria cultura – a vida, enfim – são jogos. As guerras e convenções eram baseadas em modelos lúdicos. O saber e a filosofia derivam de competições religiosas. O teatro – uma representação da realidade – é uma espécie de jogo com fins específicos: emocionar o público.

Os jogos são como uma válvula de escape para as emoções. As crianças precisam entender como funciona o mundo complexo e buscar a própria identidade, que é um processo natural de desenvolvimento humano. Utilizando-se de uma segunda realidade, uma dimensão fantasiada, elas são capazes de projetar o alívio de todas as pressões e encontrar formas para resolver os problemas. Nos games, as crianças morrem e ressuscitam, é possível salvar tudo e todos. É possível recomeçar. Entre acertos e derrotas, a criança aprende a lidar com seus sentimentos.

Confira o artigo inteiro, escrito por Darlene Santiago, no Campus Online.

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